Dra. Mariana Paixão

Dermatologia e Estética

Dermatologia | Clínica

Dermatologia Clínica

A Dermatologia é uma especialidade clínico-cirúrgica. Os Dermatologistas estão habilitados a diagnosticar e tratar com segurança no próprio consultório.

Tratamentos

A acne é uma doença que precisa ser tratada independentemente da idade da pessoa. Espremer e cutucar espinhas devem ser evitados, assim como o uso de produtos caseiros ou desconhecidos. Não se deve também acreditar em soluções milagrosas, pois elas só pioram o quadro. A acne pode ser angustiante e irritantemente persistente. Suas lesões cicatrizam lentamente e, muitas vezes, quando começam a melhorar, outras parecem surgir.

Existem diferentes tipos de acne. A acne mais comum é o tipo que se desenvolve durante a adolescência. A puberdade faz com que os níveis hormonais fiquem elevados, especialmente a testosterona. Esses hormônios causam mudanças nas glândulas da pele, que começam a produzir mais óleo (sebo). Essa oleosidade acontece para proteger a pele e mantê-la úmida. A acne começa quando o óleo se mistura com células mortas da pele e obstrui os poros – bactérias podem crescer nessa mistura. Se essa mistura vaza para tecidos próximos pode provocar inchaço, vermelhidão e pus. Um nome comum para essas protuberâncias é espinhas.

Dependendo da gravidade, a acne pode causar sofrimento emocional e levar a cicatrizes da pele. A boa notícia é que existem tratamentos eficazes disponíveis – e quanto mais cedo eles forem iniciados, menor será o risco de danos à pele e à autoestima. Conforme o grau e a intensidade da acne, o tratamento se dá por via oral ou local, dependendo de uma avaliação criteriosa do dermatologista.

Os tratamentos disponíveis para a acne, portanto, incluem cremes, géis, sabonetes e antibióticos orais, além da isotretinoína. Os tratamentos complementares que podem ser recomendados pelo dermatologista são: extração de comedões, punção ou drenagem de pústulas, nódulos e pseudocistos, infiltração de medicações específicas, quando necessário, como corticoides, e o tratamento das cicatrizes associadas com peelings, laser e outros procedimentos, como a dermoabrasão, subincisão e preenchimentos cutâneos com gordura ou ácido hialurônico. As manchas associadas à acne podem ser tratadas com procedimentos em consultório e cremes em casa. Alguns métodos novos, como a fototerapia com luz azul, podem ser indicados em casos específicos.

Manchas/Melasma

Melasma é uma condição que se caracteriza pelo surgimento de manchas escuras na pele, mais comumente na face, mas também pode ser de ocorrência extrafacial, com acometimento dos braços, pescoço e colo. Afeta mais frequentemente as mulheres, podendo ser vista também em homens. Não há uma causa definida, mas muitas vezes esta condição está relacionada ao uso de anticoncepcionais femininos, à gravidez e, principalmente, à exposição solar. O fator desencadeante é a exposição à luz ultravioleta e, até mesmo, à luz visível. Além dos fatores hormonais e da exposição aos raios solares, a predisposição genética também influencia no surgimento desta condição.

O dermatologista é o profissional mais indicado para diagnosticar e tratar esta condição. Os tratamentos variam, mas sempre compreendem orientações de proteção contra raios ultravioleta e à luz visível, que deve ser redobrada quando se inicia o tratamento. As terapias disponíveis são o uso de medicamentos tópicos e procedimentos para o clareamento. Dentre os procedimentos mais realizados estão os peelings e aplicações de luzes ou lasers. É importante salientar, entretanto, que o tratamento do melasma sempre prevê um conjunto de medidas para clarear, estabilizar e impedir que o pigmento volte. A seguir alguns dos procedimentos indicados: 

Fotoproteção

O ponto de partida para que o tratamento tenha efeito é a proteção contra os raios solares. As pessoas acometidas por melasma devem aplicar um filtro solar potente, físico e químico, com FPS alto nas regiões afetadas. Em especial, procurar por filtros que tenham proteções contra os raios ultravioleta A (UVA) e ultravioleta B (UVB). O conceito atual do tratamento de melasma considera que o uso de filtros ajuda a estabilizar os benefícios obtidos com o conjunto de medidas descritas aqui.

Cremes

Para ajudar na remoção das manchas, os mais usados são à base de hidroquinona, ácido glicólico, ácido retinóico e ácido azeláico. Os resultados demoram cerca de dois meses para começarem a aparecer. Não é um método que funciona com todos os pacientes. Mesmo com resultados rápidos, o tempo necessário para estabilizar a condição e impedir que mínimas exposições façam retornar o pigmento pode ser de muitos meses ou anos. Assim, o conceito principal é que pacientes com esta condição necessitam tratamento e fotoproteção constante. Outros ativos muito utilizados para o tratamento do melasma são: arbutin, ácido kójico, ácido fítico, ácido tranexâmico e ácido dióico.

Peelings

Pode clarear a pele de forma gradual e até mais rapidamente do que os cremes. Existem diversos tipos de peelings, alguns mais superficiais (e mais seguros) e outros que atingem camadas mais profundas da pele. O dermatologista pode auxiliar na escolha do método mais adequado para cada caso. 

Laser e Luz Intensa Pulsada

Há algumas formas de energia luminosa que podem ajudar no conjunto de medidas para clarear o melasma. Esta modalidade de tratamento deve ser feita com cuidado para não gerar mais pigmentação, motivo pelo qual deve ser realizada por um profissional habituado às fontes de energia luminosa, como o dermatologista. 

Rosácea

É uma doença vascular inflamatória crônica, com remissões e exarcebações, também chamada erroneamente de “acne rosácea”, pois a acne é uma doença da glândula sebácea, totalmente diferente da rosácea, seja pela a causa ou idade, ou pelos aspectos clínicos e as características no geral. A rosácea ocorre em 1,5% a 10% das populações estudadas. Ocorre principalmente em adultos entre 30 e 50 anos de idade. É mais frequente em mulheres, porém atinge muitos homens e, neles, o quadro tende a ser mais grave, evoluindo continuamente com rinofima (aumento gradual do nariz por espessamento e dilatação folículos). Raramente ocorre em negros.   A origem da rosácea ainda não é conhecida. Há uma predisposição individual (mais comum em brancos e descendentes de europeus) que pode ser familiar (30% dos casos têm uma história familiar positiva), evidenciando uma possível base genética. Há forte influência de fatores psicológicos (estresse). Hoje, considera-se importante a participação de um ácaro da flora normal da pele chamado de Demodex folliculorum, e da bactéria Bacillus oleronius, que colonizam esse fungo.   A presença de eritemas e telangiectasias na região central da face, acompanhadas de pápulas e pústulas, geralmente não oferece dificuldade no diagnóstico da rosácea. O paciente pode fazer um diário das pioras (e das remissões) relacionando isso às suas atividades, alimentação, estresse e outros fatores. Existem quatro tipos clássicos de rosácea: 

Eritemato-telangectasica – Subtipo1

Papulopustuloso – Subtipo2

Fimatoso (Rinofima) – Subtipo3

Ocular – Suptipo4: pode acompanhar qualquer um dos outros e vir sozinho também.

Não há cura para a rosácea, mas há tratamento e controle, com muitos avanços recentes. Tudo depende da fase clínica que o paciente está. Se apresentar mais o eritema periódico ou o persistente, se mais pápulas, nódulos ou rinofima (hipertrofia do nariz). Todos os agravantes ou desencadeantes devem ser afastados ou controlados, como bebidas alcoólicas, exposição solar, vento, frio e ingestão de alimentos quentes.   O tratamento se inicia com sabonetes adequados; protetor solar com elevada proteção contra UVA e UVB e com veículo adequado à pele do paciente; e uso de antimicrobianos tópicos (metronidazol) e antiparasitários (ivermectina). Depois dessa fase, pode ser preciso o uso de derivados de tetraciclina (doxiciclina e outros) orais. Em casos persistentes e recidivantes, se utiliza isotretinoina oral em dose baixa.   Existe um novo tratamento tópico para o eritema não persistente, periódico, que vem em surtos (flushing). O laser ou a luz pulsada são excelentes para tratamento das telangiectasias. Para o rinofima, a abordagem pode ser cirurgia, radiofrequência, dermoabrasão ou laser. O médico dermatologista avalia o grau, a fase e a pessoa como um todo para indicar o melhor tratamento. Muito importante a consulta e o acompanhamento também de oftalmologista.   A pele do paciente com rosácea é extremamente sensível a produtos químicos e físicos como sabões, higienizadores alcoólicos, adstringentes, abrasivos e peelings. Os agentes antimicrobianos apresentam-se efetivos no tratamento.  É importante enfatizar que o uso de filtros solares cotidianamente no rosto é fundamental para controle da doença e manutenção dos resultados, pois a radiação ultravioleta é um fator desencadeante e agravante. Outros fatores agravantes são bebidas alcoólicas, bebidas quentes ou condimentados, temperatura muito fria ou muito quente, medicamentos vasodilatadores e fatores emocionais. 

Dermatologia Capilar

Subespecialidade da Dermatologia que estuda as patologias que acometem os fios, pelos, cabelos e couro cabeludo.

Dermatologia Cirurgica

A cirurgia dermatológica é a área dentro da dermatologia em que se realizam pequenas cirurgias sob anestesia local realizado por um Médico Dermatologista especializado.

Dermatologia Estética

Também conhecida como Cosmiatria, a Dermatologia Estética é uma área da Dermatologia que cuida da pele na prevenção do fotoenvelhecimento assim melhorando a auto-estima.

Fonte: Site – http://www.sbd.org.br/  SBD Sociedade Brasileira de Dermatologia – https://www.sbcd.org.br/  Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica

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